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A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
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Estuário do Tejo
Situado a poucos minutos de Lisboa, o estuário do Tejo é provavelmente a zona húmida mais importante do país para as aves, e um dos grandes estuários da Europa. O estuário está rodeado por áreas densamente povoadas e urbanizadas, mas ainda sim alberga uma grande diversidade de habitas, que inclui bancos de vasa, salinas, caniçais, planícies de aluvião, arrozais, pastagens e áreas florestadas, principalmente com montado de sobro. 
O estuário concentra milhares de limícolas invernantes. Estas aves são flamingos, alfaiates, borrelhos-de-coleira-interrompida, pilritos-de-preito-preto, milherangos, e muitas outras. Durante as passagens migratórias espécies como a seixoeira, o fuselo, o perna-vermelha-bastarda ou o combatente são regulares. Os anatídeos também se concentram no estuário em grande número, sendo algumas das espécies mais comuns o ganso-bravo, a marrequinha, a piadeira e o pato-trombeteiro. Também no inverno, as íbis-pretas concentram-se nos arrozais, e abibes, tarambolas-douradas e por vezes sisões podem ser vistos nos campos abertos. Outras espécies invernantes interessantes são o pisco-de-peito-azul, e o mais escasso chapim-de-mascarilha. Durante a noite, a coruja-das-torres pode ser vista em elevadas densidades. 
A maioria das aves aquáticas não está presente durante a época reprodutora, mas chegam ao estuário outras espécies interessantes como a garça-vermelha, a perdiz-do-mar, a chilreta, o andorinhão-pálido e a calhandrinha.
As áreas florestais envolventes, como a área de “Pancas”, apresentam uma grande diversidade de outras espécies como o noitibó-de-nuca-vermelha, a poupa, o abelharuco, a felosa-poliglota, o picanço-barreteiro e o charneco. Algumas das aves de rapina mais comuns são o milhafre-preto, a águia-cobreira, a águia-calçada e a águia-sapeira. 
A área encontra-se classificada como Reserva Natural
As estradas de terra batida que vão dar à “Ponta da Erva” estão normalmente fechadas através de portões, e não é aconselhável a entrada sem um cartão de acesso, que pode ser obtido na Associação dos Beneficiários da Lezíria Grande. Este cartão custa 25 € e permite o acesso sem restrições à área. 
Não muito longe da Ponta da Erva, o EVOA é um centro de visitantes inaugurado em 2012, que permite o acesso a um complexo de lagoas e trilhos pedestres. A visitação tem um custo de 6 a 12 €, com visita guiada incluída.

Municípios:  Alcochete, Benavente e Vila Franca de Xira

Ficha técnica IBA: saiba mais





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